Palavras da Presidente do CDS-PP em visita pela primeira vez ao Espaço Júlia – RIAV (Resposta Integrada de Apoio à Vítima), na Freguesia de Santo António.
Assunção Cristas como forma de acompanhar o que tem sido feito no campo da violência doméstica quis sinalizar uma resposta inovadora, de proximidade que sendo replicada trará mais acompanhamento e mais qualidade às vítimas.

“Este é um espaço que nós entendemos que deve ser replicado na cidade de Lisboa. Não é preciso um por freguesia, mas talvez quatro ou cinco espaços destes é suficiente para cobrir a cidade, em ligação com a estrutura da PSP”.

Vasco Morgado reforçou durante esta visita que “bastavam quatro espaços como estes na cidade. Para o Presidente da Freguesia este “é um problema transversal na sociedade, mas ainda muito sensível”.

Assunção Cristas afirmou que não seriam precisos “24 Espaços Júlia”, tudo “depende muito da liderança dos presidentes da junta.

“Alguém que esteja numa situação de violência doméstica possa aqui chegar e ter a sua situação acompanhada do primeiro ao último minuto. Ou seja, não precisa de ir a uma esquadra, tem aqui os agentes da PSP sempre um senhor e uma senhora (24 horas por dia). Tem os técnicos da parte psicológica e social sempre disponíveis para acompanhar”, afirmou a Presidente do CDS-PP.

O Espaço Júlia nasce de um protocolo tripartido - Freguesia de Santo António, o Comando Metropolitano de Lisboa da Polícia de Segurança Pública e o Centro Hospitalar Lisboa Central – levando à criação de um espaço único no país, desde julho de 2015. Este ano já apoiou 37 vítimas de violência doméstica.