Trapezistas que fazem saltos mortais duplos, patinadores, espetáculos de luzes, mágicos e muitas outras acrobacias. Assim decorreu o Circo de Natal a 19 de dezembro, no Coliseu dos Recreios, que trouxe a magia da quadra aos fregueses de Santo António, a quem a freguesia ofereceu bilhetes para o espetáculo.


Esta foi mais uma forma de apoiar a cultura nestes tempos conturbados, tal como referiu o presidente da Junta de Freguesia de Santo António, Vasco Morgado.


“A Freguesia de Santo António não podia deixar de estar ao lado da cultura. A cultura é importante, é segura e tem que continuar. Não há melhor coisa que um país que tenha um cofre cheio de cultura”, declarou o presidente.


Na fila para o espetáculo encontrámos miúdos e graúdos, famílias e casais que aproveitaram o a ocasião para passar a sua tarde de domingo. Foi o caso de Sandra Bárbara, que decidiu trazer a família dado que o filho mais novo “ainda era muito pequeno da primeira vez que foi ao circo, pelo que achámos interessante trazê-lo novamente”.


Este circo não incluiu números com animais, algo que Rogério Montês considerou como um ponto a favor do espetáculo: “Gosto mais da parte de malabarismos e tudo o que tenha a ver com o desempenho físico dos elementos circenses. Os animais acho que é quase tortura, fora do ambiente do palco” afirma.


No âmbito das medidas nacionais de combate à COVID-19, os espectadores maiores de 12 anos apresentaram à entrada do Coliseu o Certificado Digital Covid da EU ou um teste negativo ao SARS-CoV-2. Excluiu-se a modalidade autoteste.