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Proteção Civil reforçada com 11 novos Bravos de Santo António
A Unidade Local de Proteção Civil de Santo António foi reforçada, no dia 11 de julho, com a integração de 11 novos Bravos de Santo António, que concluíram com sucesso o percurso de formação e estágio exigido para integrar a estrutura de voluntariado da Freguesia.
Com estas novas incorporações, a equipa passa a contar com 34 voluntários, preparados para apoiar a comunidade e atuar em estreita articulação com os agentes de proteção civil em situações de emergência.
A cerimónia pública teve lugar no Jardim Alfredo Keil, na Praça da Alegria, e contou com a presença de Rodrigo Mello Gonçalves e Ana Silva, Vereadores da Câmara Municipal de Lisboa, do Presidente da Assembleia de Freguesia de Santo António, Vitor Nobre, Membros do Executivo, do Chefe Sousa Dias, da Primeira Divisão Policial do Comando Metropolitano de Lisboa da Polícia de Segurança Pública, Representante do SMPC de Lisboa e Agentes de Proteção Cívil.
“É um orgulho para nós e um agradecimento muito grande a estes novos voluntários, aos que já cá estão há mais tempo e também às suas famílias. Quando alguém dedica o seu tempo sem esperar nada em troca, isso é de enorme valor.”, declara a presidente da Freguesia de Santo António, Filipa Veiga.
Criado pela Freguesia de Santo António, o projeto Os Bravos de Santo António é uma iniciativa pioneira em Portugal no âmbito das Unidades Locais de Proteção Civil, promovendo a capacitação de funcionários e fregueses em áreas como os Primeiros Socorros, o Suporte Básico de Vida e os procedimentos de atuação em emergência.
O Vereador da Proteção Civil da Câmara Municipal de Lisboa refere que “a cidade tem de estar preparada para responder a situações de emergência e apostar na prevenção para garantir a segurança das populações e dos seus territórios” e que “os elementos das Unidades Locais de Proteção Civil são absolutamente fundamentais no papel que as freguesias desempenham, em complementaridade com o Serviço Municipal de Proteção Civil e com o Sistema Municipal de Proteção Civil da cidade”.
O seu carácter inovador e os resultados alcançados valeram-lhe reconhecimento europeu, tendo sido apresentado como um modelo de referência e de boas práticas na promoção da resiliência comunitária e da participação cívica em proteção civil.
Mais do que formar voluntários, este projeto pretende criar uma verdadeira rede de proximidade, composta por cidadãos preparados para identificar ocorrências, prestar a primeira assistência possível e colaborar com os meios de socorro, contribuindo para uma comunidade mais segura, resiliente e participativa.